Tag: Brusque

“8 Jeitos de Mudar o Mundo”

“8 Jeitos de Mudar o Mundo” é uma iniciativa da ONU para tornar o mundo mais justo, solidário e fraterno. Cento e noventa e um países participam desse projeto, incluindo o Brasil! E o mais bacana é que Brusque e seu pólo fabril não ficaram de fora desse belo passo rumo ao futuro!

A prefeitura da cidade apresentou o projeto e criou o Selo Social de Brusque para estimular a participação das empresas em cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Não precisa nem pensar duas vezes para saber que a RVB Malhas caiu de cabeça no projeto!

A RVB participou do processo de capacitação e inscreveu suas ações de responsabilidade social.

No dia 24/11 recebemos a certificação em cinco dos oito ODM’S! Ficamos muito felizes com o reconhecimento, afinal, ter consciência ambiental e fiscal é algo que deve atravessar fronteiras, e estamos muito contentes com a conquista!

 

É HOJE: Lançamento da Coleção SINERGIA

Toda nossa equipe de vendas está reunida em Brusque/SC, para o lançamento oficial da nova coleção inverno 2012 RVB Malhas: SINERGIA!

Ana Julia apresentando a coleção

Detalhes da coleção

Equipe em Sinergia total!!!

Aguarde, em breve mais detalhes aqui no blog!

SCMC: O que esperar da RVB nesse sábado

Toda a inspiração do projeto foi baseada na personagem de Fanny. Buscamos através dela retratar a determinação, a identidade marcante e a ousadia que nós como empresa buscamos ter.

Assim como a Fanny que sempre acreditou em seus valores pessoais e foi em busca de seus objetivos, a RVB busca conquistar cada vez mais espaço no mercado de moda brasileiro, sem abrir mão dos seus valores.

Teremos também a participação especial do Grupo de arte brusquense “Alina Lamparina” que irá reforçar a valorização cultural da cidade, surpreendendo nossos espectadores comuma apresentação envolvente.

O time criativo da RVB Malhas & Assevim pretende encantar o público por meio de seus tecidos, apresentando uma coleção com cara de lingerie e alfaiataria. Para FANNY. Desenvolvemos uma coleção exclusiva composta de tecidos especiais. Uma inovação é o Babadinho com muito mais textura e volume do que os encontrados atualmente no mercado. Outra novidade é o mono filamento de poliamida, que faz a nossa malha Poliamida Transparente.

Além disso temos o Moletom Botonê e o Lurex, que tem um toque super macio. “Com diferentes toques, caimentos e texturas, essa capsule collection é a cara da Fanny contemporânea”, completa Ana Júlia. Procuramos fazer um link entre a nossa personagem e a moda brasileira: ambas quebram preconceitos, derrubam barreiras e buscam estar sempre à frente de seu tempo.

Imagens: Croquis das peças que serão apresentadas pela RVB + Assevim no sábado, no SCMC.

SCMC: Está chegando a hora!!!

É nesse sábado que a RVB + Assevim e outros 16 times criativos estarão apresentando seu trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dez meses. Nessa sexta edição trabalham artisticamente containers em madeira de reflorestamento, aplicando conceitos estudados durante os últimos meses, sobre as tendências de comportamento de consumo e os movimentos criativos contemporâneos. Claro, tudo interpretado em sintonia com o DNA de cada empresa.

Cada time – composto por dois estudantes de moda, 1 professor + 1 coordenador e até cinco profissionais do quadro de funcionários das empresas – assina a concepção da instalação e uma capsule collection que apresenta 5 produtos que buscam a inovação em termos de design e processo de construção.

Trabalhando malhas, estampas, tags, tricôs, homewear, housewear e moda infantil, os times propõem uma imersão nos valores locais de Santa Catarina e no storytelling de cada empresa para fazer valer conceitos como Colaboratividade, Interatividade e Upcycling, para começar a escrever um novo momento para a indústria de moda de Santa Catarina.

Um projeto desse porte, que visa aproximar a indústria de moda do conhecimento, só pode ser realizado efetivamente com a participação ativa e o envolvimento intelectual das entidades de ensino catarinenses, de seus professores e coordenadores, que estão emprestando toda a sua expertise como educadores para a construção desse processo de inovação.

Assim, o SCMC em seu sexto ano conta com a parceria das seguintes entidades de ensino: ASSEVIM (Associação Educacional do Vale do Itajaí-Mirim); FURB (Universidade da Região de Blumenau); UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina); UNIVALI (Universidade do Vale do Itajaí) e a UNIVILLE (Universidade da Região de Joinville). Além dessas entidades, o SCMC conta com a participação do SENAI, seu patrocinador master, representado pelas unidades de Jaraguá do Sul, Joinville, Brusque e Blumenau.

Como já falamos aqui, a RVB estará apresentando o projeto criativo FANNY. Uma mulher de muita personalidade que sempre esteve à frente de seu tempo, que viveu em Brusque nos anos 60, uma época em que as mulheres eram submissas à seus maridos. A RVB assim como o SCMC quer estimular o desenvolvimento de um ambiente de inovação, design e cultura de moda.

FANNY: Uma mulher à frente do seu tempo

Conforme o prometido no último post, hoje iremos contar sobre a história de vida da FANNY, a personagem escolhida para ilustrar a participação da RVB nessa edição do SCMC. Conheça agora um pouco dessa mulher que foi exemplo de luta, garra e inovação numa época em que a independência feminina era extremamente condenada:

Ela, filha de bugre com uma francesa, pobre, analfabeta.  Ele, filho de um Oficial do Exército Imperial Austríaco com a sobrinha neta do Duque de Caxias, nobre, cultíssimo, funcionário do Governo Federal.

O cenário era Ibirama, no interior do estado de Santa Catarina, onde ele atuava como pacificador dos índios “Botocudos” e lá criara o posto Indígena de Duque de Caxias.
Por volta de 1920, quando ela tinha 20 anos, casaram-se por amor numa época em que a “pureza  de sangue” era quesito importante na hora de escolher o cônjuge dos filhos.

Quebraram todas as convenções e mesmo com todas as diferenças uniram-se em matrimônio.  Eram duas personalidades fortes, ambos orgulhosos, voluntariosos, mas de origens muito distintas, o que colocava a prova a estabilidade de tal união. Ele a lapidou, a ensinou a ler, a escrever, a se vestir, a ser refinada. E apesar de ele ter sido seu professor ela se mantinha altiva, não baixava a cabeça para ninguém, muito menos a ele, e a submissão ao marido comum às mulheres da época, não lhe servia.

As brigas eram inevitáveis e violentas e só pioravam com o tempo. Armas em punho… Amavam-se, mas não pertenciam ao mesmo mundo. Entre o amor e o orgulho, tiveram quatro filhos, mas ela sempre esteve à frente de seu tempo e não seguia o modelo de boa mulher e mãe que ficava em casa a se dedicar a família. Era uma mãe extremosa, mas rígida e enérgica.  Gostava de caçar, praticava esporte, montava a cavalo com sela masculina e foi assim que anos depois, encorajada pelos filhos,  cavalgou para longe da vida de luxo, da mansão, do carro, dos próprios filhos e do marido e foi parar na cidade de Brusque.

Cavalgando também, foi até Porto Alegre onde partiria para a Alemanha para atender a um curso de enfermagem. Com o eclodir da guerra em 1939 o embarque foi cancelado e assim acabou por se estabelecer definitivamente em Brusque aonde viria a abrir sua casa de tolerância. Ela não poderia ter escolhido mudança mais radical para sua vida. Logo se tornou muito conhecida na cidade.  Os jovens rapazes da sociedade eram levados ali  para serem iniciados na vida sexual e ia além.

Fanny e suas auxiliares lhes ensinavam a conversar como homens, a beber, a tratar bem  uma mulher. Não atendia qualquer moleque que aparecesse em sua casa, tinham de vir acompanhados ou pelo menos com indicação do pai, ou de um tio, ou de um irmão mais velho… E ela conhecia a todos. Ela era, nas entrelinhas, uma “educadora” de um tema que não se debatia ou sequer existia dentro das instituições de ensino da época. Oficialmente tal atividade não era bem vista pela sociedade, mas, extra oficialmente, era considerada um “mal necessário”. E era graças a ela que a virgindade das “moças de família” se mantinha resguardada.

Mesmo com toda a mudança ocorrida em sua vida, nunca lhe faltou o orgulho. Era como se ela percebesse a importância do papel que exercia na sociedade. E não há quem se recorde dela sem mencionar o respeito e a admiração quase secreta que sentiam por ela. Era uma mulher bonita, vistosa, que desfilava em sua bicicleta pela cidade cumprimentando a todos, com a cabeça erguida, e a habitual postura de realeza que lhe rendera o título de “Rainha da Cidade”.

A personalidade marcante e a fidelidade à sua identidade chamam a atenção e nos servem de exemplo até hoje. Era sim uma mulher à frente do seu tempo, uma mulher de coragem e inovadora.



Postado em História da moda, RVB
Tags , , ,

Inauguração RVB Malhas

A RVB Malhas deu um passo importante em 2010, inaugurou em um evento especial o novo parque fabril, que vai abrigar também unidade própria de beneficiamento e tinturaria de malhas.

Durante o evento, além do coquetel aconteceram muitas apresentações e um desfile conceitual exibindo a proposta para o inverno 2011, a coleção PULSAR.

As peças masculinas e femininas intercalaram volumes e silhuetas slim, em propostas bem diversificadas, como a renovação da calça de moletom em versão saruel e os vestidos amplos no mesmo material. A coleção está dividida entre as linhas casual, fashion, listrados, mix próprio e fitness.

Mais uma grande conquista da RVB.