Há muito se tem falado em uma tendência de comportamento que tem como principal característica a procura pelo unissex. Não que isso signifique mulheres se vestindo de homem, ou vice versa. Diferente do que rolou nos anos 70, que a busca por igualdade era radical, agora se trata de algo mais subliminar. É o surgimento de um novo gênero: um sexo indefinido.
Sinais que levam os grandes bureaus de estilo a apostarem nessa macrotendência são as carreiras bem sucedidas de figuras como Andrej Pejic, modelo andrógino, e Lea T, modelo transexual.

As tendências apontam que nos próximos anos as linhas que definem e diferenciam os sexos começarão a enfraquecer, sendo cada vez mais comum a conversa entre masculino e feminino. Assim, chegando a casos em que será impossível a distinção entre eles. Para entender melhor essa macro, pense no conceito de androginia: mistura de características femininas e masculinas em um único ser. O nascimento desse “3º gênero”, como muitos estudiosos enxergam, acarretará numa liberdade nunca antes alcançada na forma de expressão do indivíduo. As normas e padrões sociais estão enfraquecidas!

No universo da moda pode-se pensar em diversas formas de como essa tendência irá repercutir (e já está repercutindo): modelagens amplas, sobrancelhas grossas, alfaiataria, cores sóbrias e unissex. A gama de possibilidades é imensa! Agora é só ficar de olho e se preparar para o que vem por aí.